Nós somos o 8ºB da EB 2,3 Matilde Rosa Araújo. Este Blog surgiu porque a nossa profª de Língua Portuguesa, Dina Pécurto, teve a ideia ;) Aqui estão textos escritos por nós e para quem não gostava da disciplina até que nos desenrascámos bem ;)

25
Jan 09

 

 

                Certo dia de Verão, saio de casa toda contente, vou com os meus amigos à praia e logo pensei: “Vida louca, fixe!”. Passo para o outro lado da rua e vou ter com o Carlos e com a  Joana.

Quando chegámos à praia já lá estava lá a Felipa, a Bianka, o Bruno “Ovelha”, a Diana e o Rocky.

Todos contentes, vamos para a água, enquanto alguns ficam na areia a namorar.

Dou um mergulho, sinto a água boa, não estava nem fria nem quente. De repente, o Carlos diz para fazermos uma corrida, claro que aceitámos, sem hesitar. “Partida, largada, fugida”, todos desatam a nadar.

Eu, como sempre, estava em primeiro lugar, mas uma grande onda passou e quando me levantei para ver a que distância estava, arrastou-me para o fundo, fazendo com que batesse numa rocha.

                Meio tonta acordo num sítio estranho, num hospital. Chamo por alguém, mas ninguém aparece. Desato a chamar nomes “à toa”, mas nada… lá me decido a levantar e vou à janela. Não se via nem ouvia nada, nem ambulâncias, nem pessoas, nada.

Resolvo fugir e como estava esfomeada, entro no Lidl e começo a comer tudo que me aparece à frente, volto a desmaiar.

Tanto barulho?! Palmas!? Mas eu não estava doente?

Meu Deus, estou no estádio da Luz!

No meio de tanta gente oiço chamar o meu nome: “Feligénia, Feligénia, Feligénia!”

Hã, hã, hã…. Mas que se passa agora?!

“Sou eu a tua irmã… chega de dormir, acorda e vai para as aulas que já estás atrasada.”

Feligénia

 

Quem escreveu mra8b às 21:45

 

           

     Era uma vez uma rapariga que não gostava da cor azul, por isso odiava olhar para o céu.

                Quando ia às compras e vi a cor azul, desistia de tudo e resmungava sozinha.

                Com dezoito anos, todos se admiravam do porquê deste ódio, seria uma mania de adolescente ou realmente algo grave se passou?

                Num dia de sol quente e céu limpo, a rapariga foi dar um passeio à praia, sentou-se e passados alguns minutos apareceu um rapaz que se sentou a seu lado e disse: “Sei que tens um segredo que nunca contaste a ninguém, se quiseres podes desabafar comigo.”

                Ana, assim se chamava a rapariga, contou-lhe o seu segredo: ”Quando tinha quinze anos, apaixonei-me por um rapaz de quinze. Era lindo, tinha olhos verdes, era moreno e alto. Apaixonamo-nos e vivemos momentos fantásticos juntos. Mas, certo dia, os pais dele decidiram ir viver para os Estados Unidos da América. Nunca mais o vi e nunca mais falamos.” Admirado com tal história o rapaz quis saber o que tinha esta história a ver com a cor azul.

Ana satisfez a sua curiosidade: “A cor azul era a sua favorita.” Pedro, o rapaz misterioso, explicou-lhe que ela não podia odiar a cor azul por esse motivo, pois a cor azul está presente em todo o lado. E só enfrentando os medos eles são ultrapassados.

                Depois desta conversa, Ana e Pedro tornaram-se amigos e ela nunca mais temeu e odiou a cor azul.

Andreia V

Quem escreveu mra8b às 21:28

 

 

                Um dia de cada vez o tempo vai passando.

                Um dia de cada vez o mundo vai evoluindo.

                Um dia de cada vez aprenderei a crescer.

                Um dia de cada vez descobrirei mais sobre a vida.

                Um dia de cada vez me aperceberei das coisas boas e más da vida,

                Um dia de cada vez saberei o que é a Paz.

                Um dia de cada vez entenderei o Amor.

                Um dia de cada vez tentarei entrar no complicado mundo dos adultos.

                Um dia de cada vez vou ter oportunidade de aprender com os meus erros.

                Um dia de cada vez o mundo vai acabando.

Luís G.

 


 

A Maria era uma menina com onze anos e não se lembrava da sua infância. Era uma criança especial, diferente de todas as outras da sua idade.

Vivia num sonho, por mais que tentasse não se lembrança da sua infância.

Certo dia, uma mendiga bateu à sua porta e pediu-lhe comida, porque estava com muita fome. Tendo pena da senhora, Maria ofereceu-lhe um prato de sopa, ficando-lhe a mulher muito grata.

No meio da refeição conversaram, e Maria contou-lhe que era uma menina muito triste pois não se lembrava da sua infância. A pobre senhora ao saber isto, olhou-a fixamente nos olhos e retirou do seu casaco uma flor perfumada, muito rara e disse-lhe:”Maria, quando fores para a cama, fecha os olhos e cheira-a com muita força. Se fizeres isto, durante o teu sono, farás uma viagem ao passado.”

Ao chegar a noite, na sua cama, Maria seguiu as orientações da velha.

Quando acordou, sentiu-se a criança mais feliz do mundo. Recordou a sua infância e nunca mis se sentiu só.

Diana L.

 

 

Quem escreveu mra8b às 20:54

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