Nós somos o 8ºB da EB 2,3 Matilde Rosa Araújo. Este Blog surgiu porque a nossa profª de Língua Portuguesa, Dina Pécurto, teve a ideia ;) Aqui estão textos escritos por nós e para quem não gostava da disciplina até que nos desenrascámos bem ;)

10
Jan 09

 

 

                Vários dias sempre a ouvir o mesmo, cada vez mais a paixão aumentava.

                Dias de alegria, de tristeza… feliz porque sabia que existia, que estava ali… mas triste porque poderia perdê-lo.

                Nunca tal me havia acontecido, mas amei e continuarei a amá-lo todos os dias da minha vida.

                Ouvi criticas, mas estas não me abalam… pelo contrário, dão-me força para continuar.

                O melhor momento chegou, poder vê-lo! Chorei de alegria e de tristeza, só de pensar que o momento não se repetiria.

                Já passaram sete meses e continuo a amá-lo.

                Nunca será meu! É um amor impossível, mas isso não me impede de continuar a sonhar…

Vanessa

 

 

 

Quem escreveu mra8b às 12:23

 

 

 

O ano passado foi o melhor ano da minha vida!

                Aconteceu tanta coisa…

                No início das aulas conheci-te através da minha irmã e logo nos tornámos amigos. Depois conheci a Elisabeth, a sua irmã e logo nos tornámos inseparáveis.

                Decidimos formar um grupo, sempre especial.

                Passávamos horas a sorrir, a brincar, mas também sofremos desilusões.

                Houve momentos lindos que passamos juntos, mas, hoje, lamento não os ter registado noutro local, para além da minha mente.

                Depois… chegou o Verão e tu foste para “longe”… este ano começou e tu continuaste distante. Foste para outra escola.

                Mas nem tudo foi mau nesta mudança, tornaste-te mais maduro, o que ainda veio reforçar mais a nossa amizade.

                Hoje, quando penso em ti, a palavra saudade vem-me à cabeça… e, secretamente, desejo que tudo volte a ser como antes,

Andreia C.

 

Quem escreveu mra8b às 12:21

 

Vou dizer aquilo que me vai na cabeça.

Aqui ninguém respeita ninguém. Sou diferente e no meio desta gentinha sem vida própria sinto-me discriminada por todo e por todos.

Sinceramente, não sei qual é o vosso problema! Porque me olham assim? Será por usar calças mais apertadas? Por usar ténis AllStar? Por frisar o cabelo? Por ser arrogante ou por ser sensível?

Vá lá… a sério! Basta olharem um bocadinho para a vida que têm, vocês alimentam-se daquilo que os outros fazem, vestem comem….

Respondam… tenham coragem… é o quê? As minhas calças com correntes? As unhas pintadas de preto? Alguém diga alguma coisa…

Preciso de perceber… já sei! É por ouvir rock e metal! Se calhar se tivéssemos os mesmos gostos já não me olhavam de lado…

Não, não quero ser igual a toda a gente… quero seu EU… Tatiana… com personalidade própria!

Não quero saber de todos os anti-Tatiana, que desapareçam envolvidos na sua própria desgraça, na sua falta de personalidade.

Tatiana

 

Quem escreveu mra8b às 12:19

 

 

 

Vento é uma coisa que todas as crianças temem.

Vento passa por nós e arrasta-nos para longe do nosso destino.

Vento transforma as ondas do mar em animais ferozes.

Vento é uma coisa que nos provoca várias sensações, ora nos derruba, ora nos levanta.

Vento é sentir frio e sentir calor.

Vento é medo e prazer.

Vento é sinal de vida.

Um dia o meu irmão perguntou-me: ”Mana o que é o vento, que o sinto, mas nunca o vejo?”, sem saber o que dizer, respondi-lhe: “Como tudo aquilo que importa na vida, não precisas de ver para saber que ele existe!”.

Feligénia

 

Quem escreveu mra8b às 12:10

 

            Sonhei uma eternidade… parecia que tinha morrido, sonhei, sonhei, nunca mais acordava.

Sonhei muita coisa, mas também tive pesadelos.

Pesadelos dos quais só desejava acordar… mas mesmo que quisesse não podia, tudo isto estava programado para que acordasse muito tarde, quando toda a gente tivesse desaparecido.

Finalmente acordei, saltei da cama, mirei a rua que normalmente está repleta de carros e de pessoas a vaguear.

O café que está situado à frente da minha casa está completamente vazio, depois de me aperceber que estava completamente sozinho na cidade onde vivo, lembrei-me dos meus pais e pensei: “Será que estão vivos?”, “Será que estão no quarto?”… corri… corri até ao quarto, abri a porta e… nada!

Sozinho na cidade deixei cair uma primeira lágrima.

Vesti-me. Sentia a falta de alguém, simplesmente alguém, nunca senti falta de alguém.

Como estava sozinho na cidade corri para o supermercado para encontrar algo que me enchesse o estômago. Que grande desilusão sofri… nada nem ninguém!

Não sei o que me aconteceu… adormeci… quando acordei estava na minha casa, na minha cama.

Saltei da cama, abri a janela, mirei a rua e vi muita confusão, a mesma de sempre. Corri para abraçar os meus pais e liguei aos meus amigos.

A partir deste dia percebi o que é ter alguém, percebi o verdadeiro sentido da palavra AMOR.

Mauro

 

 

 

Quem escreveu mra8b às 12:06

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